"A conversa ficou maior." Um lugar para mulheres 50+ falarem sobre a vida inteira — não apenas sobre a idade.
Abra. Leia devagar. Volte quando der vontade.
Sobre o que muda. Sobre o que permanece. Sobre aquilo que ninguém contou.
Sobre dinheiro, corpo, desejo, trabalho, relações, memória, beleza, tempo, escolhas — e tudo aquilo que ainda queremos viver.
Sem manual. Sem promessa milagrosa. Sem a obrigação de sermos a nossa "melhor versão".
Porque chegar aos 50 não encerra uma história. Amplia a conversa.
Quer começar por algum lugar?
Ler a Edição Zero →Entrelinhas, criada por Dani Abreu.
Já não me interessava tanto saber como uma mulher deveria envelhecer. Interessava-me saber o que ela ainda queria experimentar, descobrir, mudar, manter, questionar ou simplesmente aproveitar.
A Entrelinhas nasceu desse lugar. Da vontade de conversar sobre a vida inteira — com curiosidade, responsabilidade, humor e alguma irreverência.
Sem respostas prontas. Mas com boas perguntas.
Dani Abreu
Fundadora e curadora da Entrelinhas
Algumas portas de entrada. Escolha por onde quer começar.
Mais da Entrelinhas
Talvez a primeira conversa sobre independência financeira não seja sobre investimento sofisticado. Talvez seja sobre saber exatamente onde você está. Faça estas cinco perguntas a si mesma:
Não saber alguma coisa sobre dinheiro não é uma característica feminina. É uma lacuna de informação. E informação pode ser aprendida. Aqui, vamos falar de dinheiro sem vergonha, sem promessas milagrosas e sem fingir que todo mundo parte do mesmo lugar.
Curadoria não é acumular. É escolher o que merece sua atenção.
← Voltar para as editoriasUma regra: não transforme sua lista em cobrança. Desejo não é meta. Às vezes, é só uma janela aberta.
← Voltar para as editoriasEsquecer uma palavra, entrar em um cômodo e esquecer o motivo ou perder as chaves de vez em quando pode acontecer com o envelhecimento. O ponto importante é observar o impacto na vida cotidiana.
O National Institute on Aging diferencia esquecimentos ocasionais de mudanças mais importantes, como dificuldade recorrente para lidar com tarefas do dia a dia, ou alterações importantes de pensamento e comportamento. Quando algo preocupa, vale conversar com um profissional de saúde.
Na transição da menopausa, queixas de atenção e memória também são comuns. Sono ruim e alterações de humor podem participar dessa experiência. Isso não significa, por si só, que exista uma doença neurodegenerativa.
Fontes: National Institute on Aging; The Menopause Society. Página educativa — não substitui avaliação profissional.
← Voltar para as editoriasCafé. Vinho. Ciência. Dinheiro. Beleza. Humor. Vida real.
Uma edição para abrir devagar e voltar quando der vontade.
Ler a Edição Zero →Antes de mudar qualquer coisa, talvez valha a pena olhar para si.
Não é teste. Não é diagnóstico. É uma pausa.
5 a 10 minutos. Algumas perguntas. Mais clareza.
Não existe resposta certa. Existe a sua — a gente conversa sobre isso na revista.
Uma pergunta da Curadoria Entrelinhas para levar com você essa semana.
Conta pra gente — pode virar página da próxima edição.
Da seção Entre Nós: fique bonita para você, não para parecer outra idade.
A Entrelinhas não termina nesta página. Nem nesta edição. Se alguma pergunta ficou na sua cabeça, talvez seja exatamente por aí que a próxima conversa começa.